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Mostrando postagens de maio, 2009
Quer fazer um teste interessante?
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1) Diga o nome das cinco pessoas mais ricas do mundo; 2) Diga o nome dos cinco últimos ganhadores do prêmio Nobel da Paz; 3) Agora, diga o nome das cinco últimas miss universo; 4) Dê agora o nome de 10 ganhadores de medalha de ouro nas Olimpíadas; 5) E, para terminar, os últimos 12 ganhadores do Oscar. Lembrou de algum? Difícil, não? E são pessoas famosas, não são anônimas, não! O aplauso acaba, prêmios envelhecem, grandes acontecimentos são esquecidos. Agora, tente esse outro teste: 1) Escreva o nome dos professores que você mais gostava; 2) Lembre de três amigos que ajudaram você em momentos difíceis; 3) Pense em cinco pessoas que lhe ensinaram alguma coisa valiosa; 4) Pense nas pessoas que fizeram você se sentir amado e especial; 5) Pense em cinco pessoas com quem você gosta de estar. Mais fácil esse teste, não é? Sabe o motivo? As pessoas que fazem diferença em nossas vidas, não são as que têm mais credenciais, dinheiro ou prêmios. São as que se importam conosco! Você pode ser an...
Olimpiadas de seattle
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Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade... Por que? Porque,...
Duas Pulgas
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Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a Outra: - Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas. E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra: - Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente. E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê: - Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alim...
Um sonho me perguntou...
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Possuo dois filhos, um com que hoje encontra-se com oito anos e outro do dois anos e dois meses. Quando escrevi este texto eles tinham respectivamente sete e um ano e ao começar a escrever procurei olhá-los e tentar imaginar o que se passa dentro de cada um, o que pensam e o que sonham. Testei; ao mais velho perguntei seu sonho e ele respondeu: "- Quero ser piloto de caça", ao mais novo nem precisei perguntar ele mesmo já balbuciou algo do tipo: "- puco bat mama.", não sei bem, mas nessa hora se acomodou ao colo da mãe e mamou até adormecer. Estes dois sonhos são tão infantis e ingênuos que achamos graça, mas e eles? Será que no momento em que sonham não estão realizando uma fantasia e assim se realizando internamente para que possam ser mais felizes no dia de amanhã? Certa vez um colega meu perguntou ao seu filho com a mesma idade do meu o que ele queria ser quando crescesse e ele respondeu: "- Gente grande." nos olhamos e rimos, mas as vezes a vida e/ou...
Tem pão Velho?
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Era um fim de tarde de sábado. Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de 9 anos, dizendo: - Dona, tem pão velho? Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou. Desde criança. Olhei para aquele menino tão nostálgico e perguntei: - Onde Você mora? - Depois do zoológico. - Bem longe, hein? - É... Mas eu tenho que pedir as coisas para comer. - Você está na escola? - Não. Minha mãe não pode comprar material. - Seu pai mora com vocês? - Ele sumiu. E o papo prosseguiu, até que disse: - Vou buscar o pão. Serve pão novo? - Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é suficiente. Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas 9 anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo, de uma conversa amiga. Caros amigos, quantas lições podemos tirar desta resposta: ...
A Genta dá o que tem de Melhor.
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Um rico resolve presentear um pobre por seu aniversário e ironicamente manda preparar uma bandeja cheia de lixo e sujeiras. Na presença de todos, manda entregar o presente, que é recebido com alegria pelo aniversariante, que gentilmente agradece e pede que lhe aguarde um instante, pois gostaria de poder retribuir a gentileza. Joga fora o lixo, lava e desinfeta a bandeja, enche-a de flores e devolve-a com um cartão, onde está a frase: "A gente dá o que tem de melhor!" Não perca sua serenidade. A raiva faz mal a saúde, o rancor estraga o fígado, a mágoa envenena o coração. Domine suas reações emotivas. Seja dono de si mesmo. Não jogue lenha no fogo do seu aborrecimento. Esqueça e passe adiante, para não perder sua serenidade. Não perca sua calma. Pense antes de falar, e não ceda à sua impulsividade.
Siga seus sonhos
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Siga seus sonhos Tenho um amigo chamado Monty Roberts, que tem um rancho em San Isidro. Ele me emprestou sua casa para realizar eventos com a finalidade de levantar dinheiro para programas em prol de jovens em perigo. Da última vez que estivemos lá, ele me apresentou dizendo: -Quero dizer-lhes porque deixo Jack usar minha casa. Isso remonta a uma história de um jovem rapaz, filho de um treinador de cavalos itinerante, que vivia de estrebaria em estrebaria, de pista de corridas em pista de corridas, de fazenda em fazenda e de rancho em rancho, treinando cavalos. Consequentemente, o curso de segundo grau do garoto era constantemente interrompido. Quando estava em último ano, lhe pediram que escrevesse sobre o que queria ser e fazer quando crescesse. "Naquela noite, ele escreveu sete páginas sobre seu objetivo de algum dia possuir um rancho de cavalos. Descreveu seus sonhos com riqueza de detalhes e até fez o desenho de um rancho de oitenta hectares, mostrando a localização d...
O MENESTREL
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Depois de algum tempo você aprende; você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Você aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos para construir confiança e ...